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A afirmação é de Maria Aparecida, avó de uma bebê que ficou acolhida por 3 meses e foi morar com ela.

“Não sei expressar o tamanho da minha alegria quando fiquei sabendo que a minha neta estava com uma família dedicada só a ela, diferente do que acontece no abrigo. O lugar dela é com a gente, mas fiquei feliz quando conheci aquela família acolhedora linda, dando amor, carinho e atenção para ela”.


Márcia e Alberto, família acolhedora.

“Ser família acolhedora vai muito além dos cuidados diários com o bebê. Acompanhar o trabalho realizado pelos técnicos do Instituto com a família de origem tem sido de extrema importância. Essas famílias são negligenciadas pelo Estado, pela comunidade e necessitam de orientação e suporte para retomarem seu papel como pais e cidadãos. A história da criança está sendo cuidada de forma criteriosa, cheia de respeito e atenção. Participar desse projeto e fazer parte da história de vida dela torna o acolhimento ainda mais gratificante”.


Jaime e Timothy, família acolhedora

“Ela tem uma história e uma família, seja a biológica ou a que se tornará adotiva, somos apenas a casa que a acolhe por um tempo”.