Iniciada em fevereiro e finalizada em agosto, o Instituto Fazendo História e a Dadivar desenvolveram uma linda parceria que rendeu muitos frutos.
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Iniciada em fevereiro e finalizada em agosto, o Instituto Fazendo História e a Dadivar desenvolveram uma linda parceria que rendeu muitos frutos.
Desde quinta-feira, dia 5 de setembro, o Instituto Fazendo História se manifesta de forma pública e indignada com a notícia de que o Conanda teve seu funcionamento alterado, inviabilizando seu processo democrático e técnico, conforme publicou o Diário Oficial da União daquele dia.
O ser humano está em uma busca incessante por sua história. A investigação acerca das origens se faz presente desde a mais tenra idade. De onde eu vim? Como nasci? Quem é a minha família, quem são as pessoas a quem estou ligado? Para onde irei? Com quem me pareço? Qual é a minha história e a história dos meus ascendentes? Todos nós temos uma história.
Para os jovens que vivem em acolhimento, a chegada à maioridade é um momento de grande desafio e, na maioria das vezes, acontece sem o devido preparo.
Era uma vez a menor ilha do mundo. Embora fosse pequena e não possuísse cavernas, densas florestas, profundos vales ou ardilosas grutas, recebia muitas visitas e celebrações.
Entre os dias 13 e 15 de agosto, o Instituto Fazendo História participou do III Congresso Internacional de Acolhimento Familiar que aconteceu em Curitiba.
Nos dias 26 e 27 de junho, foi realizado o 1º seminário para profissionais dos serviços de acolhimento selecionados. Esta ação ocorreu no Hotel Manhattan, em Brasília, e teve como objetivos: apresentar os princípios que norteiam todas as linhas de atuação do Instituto Fazendo História através de uma contextualização histórica do funcionamento dos serviços de acolhimento no Brasil; apresentar os objetivos do trabalho com histórias de vida; e formar profissionais como mediadores de leitura.
Em junho, em parceria com o Instituto Samuel Klein, lançamos nossa nova publicação “Famílias Acolhedoras - Acolhendo a Primeira Infância”. O livro foi pensado com o objetivo de compartilhar os fundamentos e procedimentos do Instituto Fazendo História quanto à execução de seu Serviço de Acolhimento em Famílias Acolhedoras, contribuindo para sua implementação e gestão qualificada em todo o país.
Basta abrir o jornal e não faltam notícias em que os personagens são “menores” que cometem “crimes”. Mas o que pouca gente percebe é que esses registros escondem outro problema: termos que deveriam ser usados apenas para adultos se tornaram corriqueiros para falar de adolescentes…
Em Julho de 2017, a ChildFund Aliança, Save the Children International, Plan Internacional, SOS Aldeias Infantis Internacional, Federação Internacional de Terre des Hommes e Visão Mundial Internacional realizaram o seminário “Joining forces to accelerate the implementation of the Sustainable Development Goals (SDGs) for children”. Nesse encontro foi definida uma estratégia de intervenção para garantir que a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) impulsione uma mudança na realização dos direitos das crianças.
Acolher quer dizer admitir alguém em seu convívio; abrigar; hospedar. No Acolhimento em Rede, o acolhimento, de fato, é feito para quem trabalha direta ou indiretamente em serviços de acolhimento para crianças e adolescentes.
O Instituto Fazendo História publica periodicamente situações cotidianas dos serviços de acolhimento, para estimular reflexões e a construção de estratégias a partir de critérios técnicos e não pessoais.
As situações apresentadas fazem parte do kit de Formação “Vamos abrir a roda” e abrangem diferentes temáticas: adolescência, bebês, agressividade e limites, histórias de vida, ritos de passagem, entre outras.
Para pensar! O tema das duas situações de hoje é: Trabalho com famílias
O Instituto Fazendo História publica periodicamente situações cotidianas dos serviços de acolhimento, para estimular reflexões e a construção de estratégias a partir de critérios técnicos e não pessoais.
As situações apresentadas fazem parte do kit de Formação “Vamos abrir a roda” e abrangem diferentes temáticas: adolescência, bebês, agressividade e limites, histórias de vida, ritos de passagem, entre outras.
Para pensar! O tema das duas situações de hoje é: Sexualidade/ Adolescência
Para quem está em um serviço de acolhimento, a espera de voltar ao convívio da família ou de encontrar uma nova, as chances não são todas iguais. Há um grupo de crianças e adolescentes que têm menos probabilidades de encontrar pais adotivos e já não têm chances de voltar para a família de origem. Especialmente para esses, a figura de um padrinho ou madrinha – alguém que possa acompanhá-los de perto no processo de amadurecimento – pode fazer toda a diferença.
O Instituto Fazendo História em parceria com a Rede de Conhecimento Social registrou fotos e interações que refletem o olhar de crianças sobre a cidade e os espaços nos quais circulam.
O trabalho foi realizado durante a elaboração do Plano Municipal da Primeira Infância da cidade, realizado pela Prefeitura municipal em parceria com diversas instituições da sociedade civil que fazem parte da Rede Nossa São Paulo.
A seguinte nota foi escrita pelas entidades que compõem o Movimento pela Proteção Integral de Crianças e Adolescentes, do qual o Instituto Fazendo História faz parte.
O Instituto Fazendo História entende que o dinheiro aplicado no sistema educacional representa o mais importante investimento de nosso país e lamenta os recentes cortes orçamentários no Ministério da Educação.
Na tarde de hoje, 8 de maio, o Instituto Fazendo História participou do seminário "A Criança e o Adolescente no Congresso Nacional", realizado pela Fundação Abrinq, que lançou a versão mais recente do Caderno Legislativo da Criança e do Adolescente…
É com enorme prazer e entusiasmo que o Instituto divulga os 10 serviços de acolhimento selecionados para participar do projeto “Fazendo História em Brasília”…
Trabalhar com histórias de vida é uma prática garantida por Lei. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu artigo 100, estabelece o princípio da obrigatoriedade da informação e participação…