Medidas de prevenção ao coronavírus nos serviços de acolhimento institucional

Medidas de prevenção ao coronavírus nos serviços de acolhimento institucional

O Ministério da Cidadania publicou uma nota com medidas de prevenção ao coronavírus nas Unidades de Acolhimento Institucional.

Trecho da nota:

"O atual cenário de pandemia do COVID-19 - Coronavírus exige orientações específicas para a administração de cuidados nos serviços de acolhimento institucionais do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e adoção de rotinas que possam contribuir para a prevenção do avanço da disseminação do vírus e proteção aos usuários e profissionais que atuam nesses serviços, considerando os riscos de contágio em ambientes de atendimento coletivo."

Para ter acesso ao documento na íntegra, clique AQUI

Por que trabalhar com histórias de vida no contexto do acolhimento?

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Falar de histórias de vida é dizer que crianças e adolescentes que estão em acolhimento são únicos, é dizer que, embora algum direito tenha sido violado e tenha havido uma separação, cada um tem uma história, a sua, que é diferente da de todos os outros

Apadrinhe financeiramente um jovem e o seu futuro!

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Você sabia que 3 de dezembro é o Dia de Doar?

Um grande movimento para promover a cultura de doação, tornando o país mais generoso e solidário, por meio da conexão de pessoas com causas.

O Instituto Fazendo História convida você a se conectar conosco e conhecer o apadrinhamento financeiro. É simples e transformador :)

“MAS... ADOLESCÊNCIA NÃO É TUDO IGUAL?”: Recortes étnico-racial, de  gênero e a (não)linearidade das adolescências

“MAS... ADOLESCÊNCIA NÃO É TUDO IGUAL?”: Recortes étnico-racial, de gênero e a (não)linearidade das adolescências

A pergunta contida no título dessa seção foi uma das indagações mais ouvidas durante o processo de investigação que deu origem a esta dissertação. Durante dois anos, não foram raros os momentos em que, ao apresentar a pesquisa em eventos científicos ou fora deles, ouvíamos questões como: “Por que estudar vivências afetivo-sexuais somente de adolescentes negras?”; “Afeto não tem cor!”; “Adolescência é adolescência, independente da cor”.

Adoção Compartilhada: pelo direito à família e ao vínculo entre irmãos

Adoção Compartilhada: pelo direito à família e ao vínculo entre irmãos

A adoção compartilhada surge como uma tentativa das Varas da Infância e da Juventude (VIJ) para enfrentar tal situação. Nessa estratégia, oferece-se a possibilidade de diferentes famílias adotarem separadamente irmãos, inclusive os mais velhos, com o compromisso de manter o vínculo e a convivência entre eles. Dessa forma, espera-se que as famílias sejam reconhecidas em suas limitações para o número de filhos e, ao mesmo tempo, garantam o direito à convivência entre irmãos.

Regras e limites nos serviços de acolhimento

Regras e limites nos serviços de acolhimento

Se para qualquer pai ou mãe às vezes é difícil estabelecer limites esse desafio é talvez ainda maior em serviços de acolhimento. Além de acolher um número maior (de 10 a 20 crianças, dependendo do serviço), muitas vezes as crianças e adolescentes expressam em seus comportamentos suas histórias vividas. Além da ruptura vivida pelo acolhimento em si, frequentemente passaram por situações de violência, abuso ou negligência.

O papel do educador nos serviços de acolhimento

O papel do educador nos serviços de acolhimento

Desde que os serviços de acolhimento deixaram de ser orfanatos, cujo trabalho não existia uma preocupação com a formação integral da criança, o dia-a-dia nessas instituições busca ser o mais parecido possível com o de uma família. E essa nova visão sobre a acolhida de crianças e adolescentes levou logicamente a uma mudança sobre o papel de quem cuida deles. Assim, todo adulto que trabalha com essas crianças é muito mais do que um funcionário, um monitor ou simples instrutor, como já foram chamados. Todos eles são educadores, no sentido mais amplo do termo.

Apadrinhamento Afetivo: mitos e verdades

Apadrinhamento Afetivo: mitos e verdades

Para aquelas crianças e adolescentes que vivem em serviços de acolhimento e têm poucas chances de voltar para casa, ou mesmo de serem adotadas, o apadrinhamento afetivo é uma forma de facilitar a construção de vínculos com pessoas da comunidade que se comprometem a ser seus padrinhos afetivos. Mas, afinal, qual a função de um padrinho ou madrinha?